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Instituto Arcor Brasil comemora 15 anos com emoção

Uma cerimônia marcada pela emoção, valorização da diversidade cultural e reflexão sobre os direitos da infância e a educação infantil. Assim foi o seminário na noite do dia 21 de maio, terça-feira, em Campinas, celebrando os 15 anos do Instituto Arcor Brasil. Mais de 250 pessoas participaram do Seminário “Precisamos falar sobre os direitos das crianças e educação: reflexões, perspectivas e desafios”, no Hotel Premium Norte.

O evento teve a presença do presidente do Instituto Arcor Brasil, Mario Pagani, outros gestores da empresa, convidados de organizações que trabalham com direitos das crianças e adolescentes em Campinas e região e educadores de algumas das dezenas de escolas que já foram ou ainda são parceiras da instituição em diferentes programas.

Elas, as crianças, estavam lá, em grande número, representadas pelos alunos de duas escolas públicas protagonistas da programação cultural da noite. A festa terminou com o parabéns coletivo e o compartilhar do bolo, gesto simbólico das ações em parceria que são uma das tônicas da atuação do Instituto Arcor nesses 15 anos em que deu apoio a mais de 500 projetos, atingindo mais de 3 milhões de crianças em 16 estados.

Máscaras africanas – Alunos da Escola Municipal Nilza Faria, de Bragança Paulista, abriram o evento, com a apresentação da dança Máscaras Africanas, um tributo às raízes culturais brasileiras. A escola participou do Programa Escola em Movimento, do Instituto Arcor Brasil, com o projeto Estrelas do Futuro.

Como explicou o diretor da EM Nilza Faria, Roberto Cardoso da Silva Bueno, a participação no programa foi determinante para que a dança se tornasse “efetivamente uma modalidade artística na escola”. Com 255 alunos, do 1º ao 5º ano, a escola considera a dança “uma atividade que integra toda a equipe escolar e as famílias, no desenvolvimento das habilidades das crianças”, completou o diretor.

Os alunos da EM Nilza Faria ainda apresentaram um novo número de dança, a partir do cântico SHOSHOLOZA, que se tornou o hino não-oficial da África do Sul, ao simbolizar a união dos povos historicamente segregados e que serviu de motivação para a luta até o fim do apartheid.

Papel do Instituto Arcor – A coordenadora de investimento social e responsável pelo Instituto Arcor, Thais Cassano de Castro, abriu oficialmente o encontro, agradecendo a todos os que contribuíram com a instituição em seus 15 anos. Ela destacou que o Instituto “sempre procurou ser um parceiro, e não apenas financiador de projetos e programas”.

“Nós que defendemos, por exemplo, a gestão democrática das escolas públicas, também procuramos praticar em nosso cotidiano o diálogo permanente”, afirmou Thais, evidenciando que o respeito e a colaboração têm sido fundamentais para o Instituto Arcor cumprir a sua missão, de contribuir para que a educação seja uma ferramenta de igualdade de oportunidades para a infância.

Em seguida o gerente regional de Investimento Social do Grupo Arcor, Santos Lio, destacou como a inserção social e comunitária tem sido prática da empresa desde o seu início. Ele lembrou que a Arcor nasceu em julho de 1951 em Arroyito, pequena cidade da província argentina de Córdoba.

“Desde o começo houve uma aproximação muito grande da empresa com a comunidade e esta é uma característica da Arcor em todos os locais onde ela atua, como no caso do Brasil”, sublinhou Santos Lio. Ele completou assinalando que a prioridade para a infância, no centro da agenda pública, é o eixo que orienta o investimento social do Grupo Arcor nos países onde tem suas atividades.

Direitos da infância – A trajetória dos esforços pelo respeito aos direitos da infância foi o núcleo da exposição feita em seguida, pela conferencista Maria Thereza Marcilio. Ela é fundadora e consultora da organização Avante, de Salvador (BA), referência na defesa dos direitos das crianças.

Ela lembrou que a igualdade de todos os seres humanos foi reconhecida de fato apenas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948. “E os direitos das crianças são ainda mais recentes”, ressaltou, citando a Convenção sobre os Direitos da Criança, de 1989, da qual o Brasil é signatário. Marcilio comentou que o Brasil tem um dos arcabouços legais mais avançados do mundo em termos de direitos da infância, como no caso do Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, mas sustentou que na prática “esses direitos ainda estão longe de serem cumpridos na plenitude”.

Um dos direitos da infância, o de brincar, foi enfatizado na sequência, pelo pesquisador de brincadeiras Adelson Fernandes Murta Filho, o Adelsin. “A criança tem o direito de ser criança, esse deve ser o direito básico”, defendeu.

O Seminário “Precisamos falar sobre os direitos das crianças e educação: reflexões, perspectivas e desafios” concluiu com a apresentação do Coral da Escola Estadual Monsenhor Emilio José Salim, de Campinas, da música “Era uma vez”, conhecida na interpretação de Kell Smith. Mais emoção, alimento para as atuais e futuras ações socioeducativas promovidas ou com a participação do Instituto Arcor Brasil.

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