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Qualidade de Vida

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Tratar seu corpo e sua mente com respeito e cuidado é uma demonstração de carinho com você mesmo. Aprenda formas de viver melhor, com mais equilíbrio, harmonia e bem estar. Você merece.


 

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Álcool e drogas: Como ser uma família prevenida?

Estratégias de prevenção com relação ao consumo de drogas por crianças e adolescentes.

Prevenir em família não é somente se antecipar aos problemas, mas também educar. Isto implica em transmitir valores e atitudes, fortalecer habilidades e comportamentos que ajudem os filhos a crescerem e se desenvolverem de forma integral, plena e sadia.

As pesquisas identificam uma série de atitudes que diminuem a probabilidade de que algum membro do núcleo familiar comece a usar drogas. São os chamados fatores protetores, entre os quais se destacam:

  • Fortes vínculos com a família. Quando os pais mantêm um bom nível de comunicação com seus filhos e estão atentos a eles, diminui a probabilidade de que estes consumam drogas.
  • Pais envolvidos conhecem os problemas, interesses e necessidades de seus filhos e, portanto, sabem o que fazem e com quem se relacionam. Estudos demonstram que assim se reduzem em até três vezes as probabilidades de consumo de drogas.
  • Pais informados sobre as drogas e seus efeitos.
  • Fortes vínculos com a escola. Bom diálogo com os professores, a partir de uma postura de respeito para com a instituição escolar.
  • Normas claras de conduta. Os pais protegem os seus filhos quando estabelecem normas claras, definidas e de acordo com a sua etapa de desenvolvimento. Tanto os limites, quanto o  apoio emocional e o trato caloroso demonstram amor e proximidade.
  • Fortalecimento e desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais de cada filho, como a autonomia, o autocontrole, a autoestima, a resistência à pressão do grupo e a capacidade para resolver problemas e conflitos pessoais.
  • Atitude, estilos de comunicação e resolução adequada – não violenta – de conflitos entre os membros da família.

 Atitudes chave para evitar o uso de drogas por seus filhos

  1. Incentivar a segurança neles mesmos, aceitá-los como são, valorizar seus sucessos,  criar expectativas ajustadas à realidade pessoal.
  2. Ajudá-los a amadurecer: dar-lhes a oportunidade de tomar decisões pessoais, dar-lhes autonomia e incentivar responsabilidades, adaptar-se às novas exigências dos filhos em função da etapa do seu desenvolvimento.
  3. Ensinar o autocontrole: ensiná-los a dirigir adequadamente suas emoções através do diálogo e do exemplo, hábitos de cuidado pessoal, estilos de vida saudáveis, controle dos impulsos, normas e limites claros.
  4. Estabelecer laços sociais e familiares: buscar o apoio de redes sociais e fortalecer uma identidade familiar segura e calorosa, mas permeável. Fortalecer o diálogo e a comunicação com os parentes, a escola e os amigos.

 QUADRO 1 

Estudos sobre circunstâncias associadas ao consumo identificam uma série de fatores de risco no funcionamento familiar, que aumentam a probabilidade de que os filhos iniciem o uso de drogas. Entre eles aparecem: 

  • Deficiências nas habilidades educativas e  falta de diálogo por parte dos pais. 
  • Famílias disfuncionais.
  • Resolução inadequada de conflitos entre pais e filhos.
  • Comportamento violentos dos pais ou adultos influentes. 
  • Histórico de alcoolismo e de abuso de drogas na família.

 Para começar... Quando começar...

 A prevenção começa desde o ventre da mãe, através de um bom vínculo mãe – filho, com um pai afetuoso, que exerce firmemente a sua função e com limites corretamente estabelecidos.

Para ser uma família preventiva, pode-se começar ensinando os filhos a enfrentar e a resolver os conflitos que se apresentam a eles; a usar o diálogo e não a violência. Prevenir implica também estender a rede familiar a amigos do bairro e da escola.

Como fazer prevenção em uma família?

  • Trabalhar diariamente para conseguir uma boa comunicação com os seus filhos, ocupar-se de suas necessidades e atender a elas.
  • Saber onde e com quem compartilham o seu tempo, fundamentalmente o tempo livre. Conhecer os seus interesses.
  • Informar-se sobre as drogas e seus efeitos. Compartilhar esta informação com os seus filhos e refletir sobre a própria postura com relação aos vícios.
  • Manter uma inter-relação com a escola, criando vínculos que facilitem a comunicação e os valores compartilhados com todos os integrantes da comunidade educativa.
  • Fixar limites, estabelecendo normas claras de convivência familiar.
  • Demonstrar amor e respeito aos seus filhos, fortalecendo a sua autoestima, valorizando os sucessos deles, respeitando os seus tempos para adquirir habilidades.
  •  Estabelecer uma comunicação fluida e estratégias de resolução não violenta de conflitos entre os membros da família.

 

QUADRO 2

Prevenção de vícios 

Algumas reflexões sobre o consumo de drogas entre adolescentes e jovens.

 

Nenhuma droga é inofensiva. O consumo de drogas repercute na saúde e na vida daqueles que as consomem, ainda mais se são adolescentes. 

Entre as consequências deste consumo cabe destacar: 

  • Alterações do sistema nervoso e de diferentes órgãos, com o consequente desgaste e deterioração progressiva da saúde e o risco de contrair enfermidades associadas.
  • Incidência no comportamento do adolescente. Repercute negativamente em suas faculdades cognitivas, em sua projeção social e na vontade e energia necessárias para desenvolver um projeto pessoal. Com isto, corre-se o risco de interferir em uma etapa crucial para o desenvolvimento e a formação da personalidade adulta.
  • O fracasso escolar está intimamente ligado ao consumo de drogas, sejam estas legais ou ilegais.
  • Repercussões nas relações com o ambiente familiar e social, que propiciam dificuldades de comunicação, tensão familiar, conflito social. Vale ainda destacar que existe uma íntima associação entre os acidentes de trânsito e o consumo de álcool.

A etapa da adolescência costuma ser o momento em que se produzem os primeiros contatos com as drogas. Diversos estudos evidenciam que quanto menor é a idade na qual acontece esta experimentação, mais probabilidade existe de que este consumo acabe sendo problemático e seu abandono seja mais difícil. Além disso, os contatos prematuros com substâncias como o álcool e o tabaco favorecem que aconteça a experimentação de outro tipo de substâncias, como os derivados da maconha, das drogas sintéticas e da cocaína.

Para aprender mais, visite a página de Prevenção de Consumo de Drogas. Sociedade Argentina de Pediatria, no endereço www.sap.org.ar/comunidad_drogas.php

FONTE 

Fonte dos conteúdos: Sociedade Argentina de Pediatria – A prevenção começa em casa -Guia para os pais - Projeto SAP-UNICEF - “Estratégias preventivas com relação ao consumo de drogas em meninos, meninas e adolescentes”; Programa Prevenção de consumo de drogas para pais e docentes editado no site da Sociedade Argentina de Pediatria na web.

 

Consumo de tabaco em jovens: 88% começam a fumar antes dos 18 anos.

Os dados são extraídos do relatório de Cirurgia Geral dos Estados Unidos, de março de 2012, sobre o consumo de tabaco na adolescência. O documento indica que 88% dos adultos fumantes começam a fumar antes dos 18 anos e 99% antes dos 26, razão pela qual os esforços de prevenção devem manter seu foco em crianças, adolescentes e jovens adultos.

O relatório conclui que os efeitos adversos na saúde dos jovens fumantes são imediatos. Atualmente há evidências para inferir a relação causal entre o consumo de tabaco e o desenvolvimento de vício na adolescência, a diminuição da função pulmonar e a alteração do crescimento pulmonar na infância e adolescência, o surgimento de assobios e asma e também de aterosclerose na aorta abdominal em jovens.

O relatório ressalta que há fatores socioeconômicos (menor nível socioeconômico, familiares e amigos fumantes, acessibilidade e falta de apoio familiar), pessoais (afeto negativo, falta de habilidades assertivas, pobre imagem corporal, o fato de pertencer a determinado grupo) e educacionais (pouco rendimento escolar) que determinam um maior risco de início de consumo. Existem também evidências que indicam a existência de um risco genético no desenvolvimento do consumo.

O relatório indica que há evidências que demonstram uma relação causal entre a publicidade  e a  promoção por parte das empresas fabricantes de cigarro e o início do consumo pelos  jovens. Fica claro, também, que nenhum programa de prevenção do consumo financiado pelas fabricantes de cigarros demonstrou ser efetivo para diminuir o início do consumo neste grupo. Aparecem, além disso, evidências de que as crianças e os jovens expostos a imagens de consumo de tabaco nos filmes têm maior risco de começar a fumar.

O relatório afirma que as campanhas massivas de comunicação, os programas comunitários integrais e o aumento do preço ajudam a retardar o início do consumo. Além disso, existem programas implementados na escola que demonstraram um efeito em curto prazo na diminuição do consumo nas crianças.

 

QUADRO 3

Ajuda para deixar de fumar

A biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, em seu site MedlinePlus, oferece informação online para ajudar os usuários a deixarem de fumar em: http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/spanish/quittingsmoking.html

Igualmente, está disponível um guia online para deixar de fumar em espanhol, acesse:

http://women.smokefree.gov/landing.aspx?rid=6

FONTE 

Fonte: U.S. Department of Health and Human Services. Preventing Tobacco Use Among Youth and Young Adults: A Report of the Surgeon General. Atlanta, GA: U.S. Department of Health and Human Services, Centers for Disease Control and Prevention, National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion, Office on Smoking and Health, 2012. Resumo editado pelo Ministério da Saúde da Argentina - http://www.msal.gov.ar/tabaco/

 

RECOMENDAÇÕES

Para prevenir o consumo, estabeleça uma comunicação aberta e transparente com seus filhos e sempre demonstre amor e respeito.

ESTE ENCARTE ACOMPANHA A EDIÇÃO N° 35 DA REVISTA  TEMPO DE ENCONTRO

 

 

 

 

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10 RECOMENDAÇÕES PARA MELHORAR SUA DIGESTÃO
A Organização Mundial de Gastroenterologia (World Gastroenterology Organization ou WGO) elaborou um guia de recomendações que permitem melhorar a saúde digestiva adotando medidas simples e eficazes. Confira as dicas:
1. Comer com mais frequência e em menor quantidade, sem aumentar a ingestão total de calorias. É preferível comer cinco vezes por dia a fazer duas ou três refeições fartas.
2. Incluir fibras em sua dieta. Aumentar o consumo diário de cereais e legumes, frutas e verduras.
3. Aumentar o consumo de peixes.
4. Reduzir o consumo de alimentos ricos em gordura e de frituras.
5. Consumir alimentos lácteos com fermentos, especialmente probióticos.
6. Incluir na dieta carnes com menor teor de gordura: frango, peru ou cortes mais magros de carne bovina, suína ou de cordeiro.
7. Consumir dois litros de água por dia e reduzir o consumo de bebidas com cafeína, alcoólicas ou açucaradas.
8. Levar o tempo necessário para comer e mastigar bem a comida.
9. Levar um estilo de vida saudável, incluindo exercícios regulares; e não fumar.
10. Manter um índice de massa corporal saudável. Pessoas com problemas de obesidade costumam ter mais desordens digestivas.
Fonte: WGO - World Gastroenterology Organization

ACIDEZ ESTOMACAL E REFLUXO GASTROESOFÁGICO

O que é acidez?
Para alguns, é “como um fogo que arde no peito” ou “como uma dor que queima na boca do estômago”. Para outros, é um “ardor na garganta” ou “uma secreção ácida ou amarga que sobe até a boca”.
Quase sempre aparece ou se agrava com determinadas comidas ou bebidas: pizza, molhos de tomate, doces, álcool, chocolate, doce de leite etc. Outras pessoas mencionam que a acidez aparece ao se agacharem ou quando fazem exercícios.
Algumas têm acidez apenas durante o dia ou depois de comer, outras de dia e à noite, e até podem acordar no meio da noite com uma terrível queimação ou com tosse ou engasgos. O tabaco e alguns medicamentos podem causar ou agravar a acidez.

Por que sofremos de acidez?
Em condições normais, o estômago produz um ácido muito forte, chamado ácido clorídrico. No entanto, ele pode se defender desse ácido porque tem uma camada interna que o protege.
Quando esta camada é enfraquecida, o ácido penetra na parede do estômago e o danifica, produzindo acidez ou dor, que quase sempre se sente “na boca do estômago”.
Entretanto, frequentemente a acidez é produzida por outro mecanismo. O suco gástrico, com seu ácido clorídrico, sai do estômago e sobe até o esôfago. Essa subida do conteúdo ácido é chamada de refluxo gastroesofágico e produzida por uma falha, temporária ou permanente, de uma barreira que normalmente temos na junção do esôfago com o estômago. Essa barreira que impede o refluxo atua como uma válvula que normalmente abre para deixar o alimento passar, mas fecha para evitar o refluxo. O refluxo gastroesofágico é a causa mais comum de acidez no peito, na garganta ou na boca. Ademais, também é possível ter acidez porque o esôfago ou o estômago se irritam por causas infecciosas (fungos, vírus, bactérias), medicamentos ou inflamações agudas ou crônicas.

Devo consultar o médico se tenho acidez?
A maioria das pessoas com acidez não consulta um médico. No entanto, isso é necessário se a acidez ocorre mais de uma vez por semana; se existe há muitos anos, se altera a qualidade de vida, se é acompanhada por dor, tosse crônica, asma, anemia, perda de peso, laringite crônica, erosões nos dentes ou perda de sangue, e se há engasgo com os alimentos depois de engoli-los. O médico definirá exames que determinem o grau em que o tubo digestivo foi afetado. Esses exames deverão ser realizados e encaminhados para um especialista, se oportuno.

Se eu não tratara acidez adequadamente, posso ter complicações?
O dano produzido no esôfago ou estômago pode ser avaliado e tratado adequadamente. Se o tratamento for insuficiente, é possível haver complicações que alterem a qualidade de vida e, depois, ter de empregar recursos terapêuticos mais arriscados.

Atualmente, a acidez pode ser tratada de maneira muito eficaz. Os especialistas dizem que mudanças no estilo de vida podem reduzir a possibilidade de refluxo.
Entre elas:
• Medidas alimentares, que evitam alguns alimentos que causam acidez ou refluxo. Fazer a última refeição do dia duas ou três horas antes de ir dormir.
• Medidas posturais, como elevar a cabeceira da cama. Isso pode reduzir a pressão do ácido e do conteúdo estomacal sobre a válvula.
• Medidas gerais, como perder peso com exercícios e a adoção de uma dieta saudável. Também é importante parar de fumar.
• Antiácidos, protetores da mucosa, medicamentos que aumentam a mobilidade digestiva, bloqueadores parciais e temporários do ácido.
• Cirurgia antirrefluxo, que atualmente é feita por via laparoscópica. Se os sintomas do refluxo persistirem, é necessário consultar um médico para evitar dano ao esôfago. Não há um tratamento ideal universal; cada paciente deverá receber o melhor esquema possível, com a menor possibilidade de efeitos colaterais, e com custo mais razoável.

Fonte: Sociedade Argentina de Gastroenterologia

A acidez crônica é um problema médico em crescimento
Os ataques frequentes de acidez e refluxo são condições médicas reais conhecidas como doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), e estão aumentando. O fator mais constante provavelmente é o aumento de peso e a obesidade. Está comprovado que um leve ganho de peso, de 2 a 4,5 kg, produz um aumento nos sintomas do refluxo. O excesso de peso pode pressionar o estômago, obrigando o ácido a passar da válvula para o esôfago. O problema não é apenas a gordura abdominal evidente nas pessoas obesas ou com sobrepeso, mas também o acúmulo de gordura ao redor dos órgãos internos do corpo, o que contribui para aumentar a pressão sobre o estômago, gerando uma probabilidade muito maior de refluxo.
A dieta também pode provocar ou piorar a DRGE. No entanto, os alimentos colaboram para o refluxo de diferentes formas. No caso da comida gordurosa, a gordura desacelera o esvaziamento do estômago, o que significa que nele há mais material para o refluxo. Os alimentos ácidos, picantes ou com sabores fortes também podem contribuir para o refluxo ao aumentar a quantidade de ácido no estômago. Frutas cítricas ou seus sucos, tomate, hortelã, alho, cebola e chocolate estão entre os piores.

Fontes: Medline plus – doutor Ronnie Fass, professor de Medicina da Universidade do Arizona e chefe de Gastroenterologia do Southern Arizona VA Health Care System, em Tucson, Arizona; doutor Kenneth R. DeVault, presidente de Gastroenterologia da Mayo Clinic Florida, em Jacksonville, Flórida.

GASTROENTERITE
A gastroenterite é uma inflamação da membrana interna do intestino causada por um vírus, bactéria ou por parasitas. É disseminada através de alimentos ou água contaminados e do contato com uma pessoa infectada. A melhor prevenção é lavar as mãos frequentemente. Os sintomas incluem diarreia, dor abdominal, vômito, dor de cabeça, febre e calafrios. A maioria das pessoas se recupera sem tratamento. O problema mais comum com a gastroenterite é a desidratação. Ela ocorre quando não se ingere líquido suficiente para repor as perdas com vômito e diarreia. A desidratação é mais comum em bebês, crianças pequenas, idosos e pessoas com sistema imunológico fraco.

Fonte: NIH: Instituto Nacional de Diabete e Doenças Digestivas e Renais

RECOMENDAÇÕES
Mudanças no estilo de vida podem reduzir a possibilidade de acidez e refluxo.

DOENÇAS DIARREICAS: CHAVES PARA A PREVENÇÃO
As doenças diarreicas são infecções do trato digestivo causadas por bactérias, vírus ou parasitas, cujo principal sintoma é a diarreia – a evacuação, três vezes ou mais por dia, de fezes moles ou líquidas. Há cerca de 20 agentes infecciosos causadores de diarreia, transmitidos normalmente pela via fecal-oral, ou seja, através da ingestão de água ou alimentos contaminados com matéria fecal, ou mediante contaminação direta de mãos ou objetos utilizados diariamente. A diarreia é mais frequente no verão devido ao clima que favorece a disseminação das bactérias que a provoca. Com as altas temperaturas, aumenta o risco de desidratação. Por isso, é importante consultar rapidamente um médico e não se automedicar, já que pode ser sintoma de doenças como o cólera.

A falta de higiene e a ingestão de água ou alimentos contaminados são as vias através das quais essas infecções são adquiridas.
COMO PREVENIR A DIARREIA?
1. Beber apenas água segura. Se não há uma rede de água potável, pingar duas gotas de cloro por litro de água ou ferver durante três minutos.
2. Lavar cuidadosamente as mãos com água e sabonete, depois de ir ao banheiro, de trocar fraldas de bebês e antes de comer ou manipular alimentos.
3. Lavar frutas e verduras com água segura. Se forem consumidas cruas, deixar em um recipiente com água e um pouco de cloro durante 10 minutos e, depois, enxaguar com bastante água.
4. Consumir apenas alimentos bem cozidos ou fritos, preparados higienicamente. Não consumir peixes nem mariscos crus, ou alimentos preparados em vias públicas.
5. Manter os alimentos bem tampados e refrigerados, pois os micro-organismos podem ser transportados por insetos ou pó e se multiplicam rapidamente, especialmente na época do calor.
6. Alimentar as crianças com leite materno durante os primeiros seis meses de vida. Entre suas diversas vantagens, o leite materno fornece defesas contra infecções gastrointestinais.
7. Esterilizar mamadeiras diariamente. Despejar todo resto de alimento que fique nelas, lavar cuidadosamente com água e sabão ou detergente e esterilizar. Para tal, é suficiente fervê-las durante 10 minutos em um recipiente com bastante água limpa. Quando há diarreia, é muito importante ir rapidamente ao pronto-socorro, especialmente no caso de bebês ou crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

Fonte: Ministério de Saúde da Argentina.

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Com a proximidade do verão, e as altas temperaturas por consequência, é hora de redobrar a atenção com a pele. Boa aparência deixou de ser apenas sinônimo de saúde em dia. Ela pode revelar traços de personalidade de quem busca um lugar ao sol no ambiente corporativo .

No hemisfério sul, o verão inicia no dia 21 de dezembro de 2011. Porém, as temperaturas já estão deixando muita gente bronzeada. Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) revelam que 70% dos brasileiros não se protegem adequadamente dos raios solares, esquecendo-se de utilizarem protetores ou bloqueadores, até mesmo quando vão à praia.

Os cuidados dermatológicos ajudam a evitar o aparecimento de manchas, queimaduras, envelhecimento e, por fim, câncer de pele. Manter a derme saudável e bonita é ainda indicativo de limpeza e organização, asseguram consultores de recursos humanos.

Uma pesquisa conduzida pela Harris Interactive, com mais de 500 profissionais da área de RH, indica que 90% dos selecionadores concordam que um candidato com boa aparência transmite maior confiança e demonstra estar melhor “preparado”.

Mas, afinal, o que fazer para garantir uma pele sedosa e uniforme?

Proteção e hidratação. Essas duas “palavrinhas” são fundamentais para manter as fibras da derme resistentes e deixá-las com uma aparência saudável.

Para a proteção, especialistas recomendam exposição solar antes das 10 horas e após às 16 horas. Ainda é indicado uso de filtro solar, boné e camisa, durante o dia. “Todo brasileiro deve se conscientizar que o filtro solar não é um tratamento estético. É, sim, uma arma poderosa contra doenças”, alerta Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Os hidratantes, por sua vez, devem ser aplicados diariamente, após limpar a pele com sabonete ou creme de limpeza, tônico ou adstringente. Os faciais devem ser finos e potentes, sem engordurar desnecessariamente a pele. Já a hidratação para o corpo é essencial no verão, uma vez que a pele resseca com o sol e com o cloro das piscinas.

“Nesse caso, procure produtos que contenham ureia (retentor de água) e silicone (proteção e brilho). Eles ajudam, inclusive, a prevenir manchas brancas indefinidas nos braços de quem está muito bronzeado, junto com uso adequado de filtro solar, é claro”, recomenda a renomada dermatologista Lígia Kogos.

Tipo de filtros
A tecnologia aplicada nos modernos produtos existentes protegem a pele das radiações e, ao mesmo tempo, deixam passar raios responsáveis por um bronzeado saudável. O recomendado é de que o rosto esteja protegido na praia, na piscina, nas caminhadas, com Fator de Proteção Solar (FPS) 15, pelo menos. O restante do corpo somente requer proteção se estiver exposto.

Existem os protetores com FPS mais elevado (30, 45 ou 60) para quando se deseja maior segurança em relação à exposição constante aos raios solares, levando-se em consideração a sensibilidade da pele para vermelhidão ou o tempo de permanência. “Hoje, há inumeras opções no mercado, tudo para oferecer segurança para todos os gostos, necessidades e tipos de pele. Há filtros cremosos, em loções fininhas tipo oil free, em gel, spray e até aquosos”, explica Lígia Kogos.

Em longo prazo, o uso regular de filtros protege a pele do risco de câncer. Outra vantagem é a prevenção do chamado foto-envelhecimento, com surgimento de rugas, manchas e perda da elasticidade.

A alimentação também é fator essencial para uma aparência saudável e uma pele esteticamente bem cuidada. Incluir alimentos com betacaroteno e vitamina C ajudam a proporcionar um bronzeado e dão à pele mais resistência. Mamão e suco de cenoura com laranja são bastante eficientes, nesse sentido. “Evite excesso de carboidratos (massas, pães, doces) e muito sal no jantar. Beba, no mínimo, dois litros de água por dia (cerca de oito copos)”, diz Lígia Kogos.

A maquiagem de verão:
1. tons leves e cores claras; 
2. preferência por bases líquidas levemente cintilantes;
3. translúcidos e rímel à prova d'água;
4. nos lábios, proteção solar e batons transparentes.
Fontes: dermatologista Ligia Kogos e dermatologia.net

Radicais livres
O movimento contínuo de alguns músculos da face também pode aprofundar as rugas e as marcas de expressão. Os radicais livres são outros causadores do envelhecimento cutâneo e se formam dentro das células devido à exposição aos raios ultravioleta e à poluição, além de outras questões como estresse, hábito de fumar etc. Acredita-se que os radicais livres provoquem a degradação do colágeno (substância que dá sustentação à pele).

Uma dieta balanceada contribui para retardar esse envelhecimento. Existem elementos que são essenciais e devem ser ingeridos para repor perdas ou para suprir necessidades do organismo. São eles: água em abundância, vegetais, frutas, peixe, carnes magras e toda a gama de alimentos que contenham as vitaminas, proteínas e fibras necessárias ao organismo e que ajudem a prevenir os famigerados radicais livres.

“A atividade física também é importante para o organismo como um todo, tornando a pessoa mais disposta, melhorando o físico, a pele e a saúde. Alguns tratamentos poderão ser indicados para combater o envelhecimento como técnicas de preenchimento, cirurgias e a aplicação de medicamentos que, obviamente, devem ser feitos sob a orientação de um dermatologista”, enfatiza Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Os amigos da pele
Contra a olheira
Aposte no consumo da quinua! O cereal é rico em proteínas e é apontado como “alimento perfeito” pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ele possui uma boa quantidade de fitoestrógenos, que ajudam a manter os níveis de hormônios adequados. Alimentos como trigo integral, feijão e soja também possuem fitoestrógenos.

Lábio rachados nunca mais!
O ressecamento acontece quando há falta de vitamina B2. Nesse caso, opte por vegetais de folhas verde-escuras (como rúcula, almeirão, couve, escarola), além de amêndoa crua e gérmen de trigo.

Para prevenir rugas
Alecrim, ácido ferrúlico, gengibre, ginseng, gergelim e chá verde são bons para manter a pele firme.

Coma e deixe a pele saudável
Uma dieta equilibrada com frutas, legumes e verduras garantem uma pele sedosa e ainda mantêm o organismo todo em bom funcionamento.

Fontes: site www.alimentacao-saudavel.com e dermatologista Shirlei Borelli

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